11.2.09

a césar o que é de césar

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Ana Luz escolhendo muito criteriosamente o que cada um de nós mais gosta:

Naná: mamãe, eu tenho um pesênti pra voxê e ôto pro papai!!
eu: é, filha? que legal!! e o que é o presente pra mim??
Naná: um montão de flores 'cor-de-roxo'!
eu: ai que lindo, filha, adorei!!
Naná: e sabe o que é o pesênti do papai?
eu: o quê?
Naná: uma televisão bem gandôna pra ele vê futebol...

;-)

provocadora

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Estrelinha provocando a irmã:
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Teté: ô, Nanaca!!!
Naná: eu não sô Nanaca!
Teté: ô Nanaca, sabe uma coisa...
Naná: nããão, Têla, eu não góto que 'chama eu' de Nanaca!!
Teté: e de princesinha?
Naná: de princesinha eu góto!!!
Teté: vem cá, ô, princesinha Nanaca...

=P

7.2.09

vila o quê???


Um desenho que as meninas ganharam já faz um tempo, mas que só recentemente se interessaram, foi um DVD com historinhas da Vila Sésamo. Aquele desenho antigo pra burro, bacaninha, que tinha aquele bicho estranho - que bicho era aquele?? - , o Garibaldo. O que as meninas têm tem uma porção de musiquinhas utilizando os números, e elas cantam junto, pulam, é uma curtição só.

Quem tem mais predileção pelo desenho é a Estrela. Quando quer ver, ela pede:

- Mamãe, eu télo o desenhinho da 'Vila Séminos'!!!

=P

Victor e Victoria


Dia desses, eu brincando de mamãe-filhinha com a Ana Luz. Nessa "rodada" da brincadeira, eu era mamãe (!) e ela filhinha.

eu: e você vai se chamar como?
Naná: Luísa!
eu: tá bom!
Naná: então vai lá ver que meu irmãozinho tá chorando!
eu: ah, você tem um irmãozinho??
Naná: tenho...
eu: e como é o nome dele?
Naná: Luíso, ué!!!

=P

2.2.09

o 1º dia


É, lá se foi. O primeiro dia de aula.
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Depois de uns dois meses de expectativas, em que as pimentas perguntavam quase que diariamente quantos dias faltavam para "ir para a escolinha", o tão esperado 02 de fevereiro finalmente deu as caras, e lá fomos nós.

As meninas já acordaram perguntando: "é hoje o dia de ir pra escolinha??". Respondi, e elas ficaram numa felicidade de dar gosto. Foram de mochilinha da Marie nas costas, empolgadíssimas, enfiaram logo as carinhas ansiosas no minuto em que se abriu a porta para que entrássemos. Logo correram para junto da turminha, para brincar de massinha caseira, a primeira atividade do dia.

Ana Luz ficou um tantinho ressabiada nos primeiros trinta, quarenta minutos. Tudo o que fazia, vinha comentar comigo (que estava pertinho, disponível para o que elas precisassem, ou sentissem necessidade), mostrar, perguntar. Mais pra confirmar se eu continuava ali. Depois desse primeiro período de adaptação, acomodou-se surpreendentemente. Já ia atrás da "tia Gabi" (a professora da turminha) pra lá e pra cá, começou a se divertir pra valer com as brincadeiras e atividades, e quando me via ainda por lá, tinha a ousadia (!!) de me perguntar: "mamãe, você já ficou muito aqui!! você não vai embora??".

Estrela viveu o processo contrário. Foi até curioso. Logo que chegamos, correu pra junto da "tia" e dos amiguinhos, já foi interagindo e brincando, como costuma fazer em ambientes com outras crianças. Depois da primeira hora, começou a sentir. Vinha toda hora pra junto de mim, e quando eu disse que ia sair pra almoçar, baqueou. Concordou, mas fez questão de ter certeza que eu ia perto, e voltaria logo. Daí pro resto do dia, ficava indo e vindo, sempre querendo um aconchego, um denguinho, um colinho. E reclamou à beça de não poder ir no parquinho, enlameado por conta das chuvas insistentes do final de semana. Mas andou de motoca, brincou na areia e se divertiu pra valer, mesmo assim.

De qualquer forma, pra nenhuma das duas foi traumático. Aliás, foi bem tranquilo. Divertido, e dava pra ver nos rostinhos sorridentes que tinham curtido a experiência. Tanto, que no caminho de volta pra casa, logo veio a pergunta: "mamãe, quanto tempo falta pra gente vir na escolinha de novo??".

Traumático mesmo, acho que está sendo pra mim, que estou toda dolorida (apesar de feliz, orgulhosa, satisfeita, vejam só o paradoxo!) por dentro de ver minhas pititicas vivendo esse primeiro passo de separação, de independência.

Amanhã, lá vamos nós de novo. Hoje, das 5 horas que as meninas passaram lá, eu fiquei 4. Amanhã, se as duas estiverem bem, tranquilas, ficarei 3. E assim por diante. Veremos como a coisa anda.

Ai, ai. Minhas pimentinhas estão crescendo, não tem mais jeito. Afe. Eu é que devo confessar, não estou nada preparada, viu? Uff...